CELSO BRANT

 


CELSO BRANT

Nasceu em Diamantina, onde iniciou o curso primário, terminando-o no Grupo Escolar D. Pedro II, em Belo Horizonte. Fez o curso secundário no Colégio Arnaldo e o superior na Faculdade de Direito da UFMG, onde foi professor. Foi secretário particular do Governador Clóvis Salgado e seu chefe de gabinete no Ministério da Educação.
Ministro da Educação no Governo de Juscelino Kubitscheck, foi eleito Deputado Federal, em 1956 e 1960, sendo cassado pela Ditadura Militar em 1964, pelo Ato Institucional nº 1.
Em 1989, candidatou-se para a Presidência da República pelo PMN, partido por ele fundado. Foi Secretário do Trabalho, da Assistência Social, da Criança e do Adolescente, de Minas Gerais durante o Governo de Itamar Franco. Liderou o movimento "A Nova Inconfidência", além de escrever semanalmente para vários jornais de todo o Brasil.
Faleceu em Belo Horizonte, no dia 24 de abril de 2004.

Visite o site dele: www.celsobrant.pro.br

   

A TROCA DO CAPITALISMO LIBERAL PELO CAPITALISMO SOCIALISTA

A cultura é o acréscimo do homem à natureza . Todos os seres vivos aceitam o mundo como ele é. Exceto o homem . Insatisfeito com o mundo , o homem resolveu ampliar os seus horizontes , utilizando-se, para isso , da sua maior descoberta , que é a liberdade . A liberdade é uma rebelião do homem contra a natureza .
O acréscimo do homem à natureza no terreno das riquezas materiais é que constitui o capitalismo . O capitalismo é o único instrumento de criação de riqueza que o homem criou até hoje e é a parte mais valiosa e permanente da cultura humana .
É absolutamente destituída de base a idéia de que o capitalismo é o contrário do socialismo . E a razão é simples : o capitalismo é uma teoria econômica e o socialismo , uma doutrina política . Uma teoria econômica não pode ser o contrário de uma doutrina política .
Como todo instrumento de ação econômica , o capitalismo tem de estar a serviço de um projeto político . Os projetos políticos fundamentas são o Liberalismo ou Individualismo , e o Socialismo . O Liberalismo considera que os interesses do indivíduo podem prevalecer sobre os da sociedade . E o Socialismo acha que os interesses coletivos devem prevalecer sobre os do indivíduo . O capitalismo poderia unir-se ao Liberalismo ou ao Socialismo , isto é, servir aos interesses do indivíduo ou da sociedade . Preferiu, até aqui , fazer o jogo da minoria , que sempre controlou o processo político . Esse foi o seu grande mal , que levou a humanidade à sua atual situação de fome , miséria , ignorância , guerra e destruição .
Caberá ao Terceiro Mundo substituir o capitalismo liberal pelo capitalismo socialista , fazendo com que as riquezas do mundo passem a servir a todos os homens , e não mais a um grupo de privilegiados.
A Social Democracia , que é o socialismo do Primeiro Mundo , ou seja, o socialismo da Casa Grande , isto é, da minoria , não é socialismo nenhum , porque se baseia na continuidade da exploração da maioria , a senzala . Caberá ao Terceiro Mundo a criação do socialismo verdadeiro - o socialismo da senzala , em que o poder passará a servir , primeiro à maioria e, depois , à totalidade dos homens .
Fazer socialismo na Casa Grande é fácil : trata-se, apenas , de redistribuir rendas e riquezas dentro de uma mesma família , já de si rica . Já o socialismo do Terceiro Mundo será arcado por uma imensa criação de rendas e riquezas .
Essa revolução radical só será visível através de uma gigantesca mobilização de todos os povos e de todos os seus recursos para a criação de riqueza suficiente para tornar possível a todos os povos e a cada homem a sua plena realização .

Jornal Diário da Tarde , 27 de fevereiro de 2004, página 02

 


   

CIENTISTAS POLÍTICOS OU ADVOGADOS POLÍTICOS ?

A primeira coisa que os cientistas políticos deviam aprender é que não existem cientistas políticos . Por uma razão simples : a política não é, e não poderá ser nunca uma ciência . A política não é ima ciência mas um conhecimento . A diferença entre o conhecimento e a ciência está em que esta liga-se à natureza , e aquele , ao homem . O conhecimento é um produto da cultura , e a ciência , da natureza .
A natureza tem leis certas , necessárias , eternas e imutáveis . Do conhecimento são deduzidas leis que dependem de determinadas circunstâncias para se cumprir . As leis da natureza são certas , previsíveis; as do conhecimento , incertas, imprevisíveis , como tudo que depende do homem .
O conhecimento está baseado na indução , partindo do princípio de que se uma experiência , várias vezes repetida, leva ao mesmo resultado , é provável que na próxima repetição , o resultado continue o mesmo . Em política , a experiência nos ensina que , em situação normal , determinados fatos se repetem.
A política está subordinada à vontade humana e, como tal é imprevisível . Não existem lei em política , mas simples saber baseado na experiência . Os " cientistas políticos ", na verdade , são " advogados políticos ", isto é, profissionais a serviço das defesa de determinados interesses . Como os advogados, os " cientistas políticos " estão a serviço de quem lhes paga . E como quem tem melhores condições de pagar dão os ricos , os " cientistas políticos " estão, normalmente , a serviço das classes dominantes . São , na sua imensa maioria , turiferários do poder . Apesar de ser a mais importante de todas as atividades humanas, a política foi a única que não se desenvolveu como passar dos séculos . As nossas democracias , por exemplo , estão longe da primeira experiência democrática da história , a democracia direta da Grécia, quando o povo de Atenas, no século V antes de Cristo , se reunia na agora , e livremente discutia e resolvia os problemas da cidade . A democracia direta grega , na verdade , não era democracia nenhuma, pois dela só participava uma insignificante minoria da população ateniense . Era uma democracia de minoria , como aliás , todas as outras democracias que a Humanidade conheceu até aqui . E democracia de minoria pode ser tudo , menos democracia . Ao procurar se fazer passar por " cientistas políticos ", Esses advogados dos interesses das minorias buscam, na verdade , acobertar , sob o manto da seriedade científica , os seus vis propósitos de defesa de uma ordem social injusta , baseada na mais sórdida exploração do homem pelo homem . O seu objetivo não é lutar contra a alienação humana , mas ampliar os seus limites para que os donos da vida possam, tranqüilamente , desfrutar os seus privilégios . A nossa cultura é, toda ela , alienante. Quanto mais culto o homem , mais alienado por serem as informações que são lançadas no seu robô interior , na sua maioria , destorcidas. Nessa tarefa de mistificar , de enganar , de iludir , os " cientistas políticos " têm tido importante participação, ajudando a manter o povo na ignorância a fim de que as classes dominantes não se sintam ameaçadas no usufruto do poder .
Se, ao invés de estar a serviço , permanentemente , da minoria , a política fosse usada para atender à maioria , a história da Humanidade seria outra e, há muito tempo , todos os homens já teriam tido oportunidade de viver uma vida , não digo feliz , mas mais digna de ser vivida .

Rio , Segunda-feira , 4 de agosto de 1997

 
   





Trechos selecionados dos livros “Teologia da Libertação versus Teologia da Submissão”e "O grande Despertar":


DA MESMA FORMA  QUE OS NOSSOS GOVERNANTES SÃO PREPOSTOS DO IMPERIALISMO AMERICANO , NAQUELA ÉPOCA AS AUTORIDADES ERAM DELEGADOS DE ROMA

      Não é  por acaso que dois mil anos  de Cristianismo deram como resultado não uma sociedade cristã , mas uma  sociedade anticristã :  na origem de tudo vamos encontrar uma opção política inadequada. Não é verdade que  o Cristianismo se tenha conservado à  margem dos problemas políticos, já  que  sua missão é  essencialmente apostólica. Todas  as  entidades  que integram a sociedade humana estão envolvidas no processo político. Nascido dentro  de uma  realidade política , o Cristianismo dela participou sempre , de forma decisiva. Quando Cristo disse  “ dai  a Cesar o que  é  de Cesar , e a Deus o que é  de Deus”, não fez  uma opção contra  a política , mas a favor dela : mostrou que, mesmo antes de servir a Deus , e exatamente para servi-lo melhor , o homem deve cuidar do governo da Terra, do qual depende a sua felicidade e o bem-estar de todos. Da absoluta impossibilidade de separar religião e política  Cristo teve experiencia própria : a sua tarefa era mais religiosa , mas como elevar a ação religiosa sem melhorar as condições políticas ? Ainda hoje se discute se Jesus era ou não um revolucionário. Na  realidade êle o era no sentido de que, nas sociedades humanas , tais como as conhecemos , é subversivo aquele que procura fazer cumprir a lei natural. Ele mesmo o disse  no “sermão da Montanha” : Não julgueis que  vim destruir a lei ,ou os profetas. Não vim para destruí-los,  mas para dar-lhes cumprimento.”
      É fantástico como, dois mil anos passados, nada tenha mudado no mundo  e a situação do Brasil , por exemplo, seja em tudo parecida com a  da Judeia na época  de Cristo. Da mesma forma como os nossos governantes são agora   prepostos  do imperialismo americano, naquela época as autoridades eram delegados de Roma , cujos interesses deveriam ser colocados acima dos direitos do seu próprio povo. Contra isso  se colocou Cristo, não por ser um político, mas por ser um defensor do homem, da sua nobresa e da sua dignidade.Os donos do Poder sempre prestigiaram  a  religião, por ver nela um freio contra as justas aspirações do povo a uma vida mais feliz, razão por que os escribas   e os fariseus tinham as simpatias das autoridades romanas , enquanto  a pregação de Cristo era considerada subversiva. Mas, subversiva por que ? Porque ao conscientizar e mobilizar o povo Jesus nele acordava o desejo de lutar pela justiça e pela libertação.

       Jesus foi condenado por tentar subverter a religião e a ordem política na judéia. O seu processo repete o mesmo roteiro usado pelos poderosos para eliminar os que tentam contra a sua segurança : traido por Judas Iscariotes , foi preso no Jardim das Oliveiras e entregue ao Sinédrio que, depois de torturá-lo e humilha-lo, o mandou ao governador romano Pôncio Pilatos que o fez chegar ao rei Herodes . Devolvido pelo rei a Pilatos ,este pensou em castigá-lo apenas com açoites, mas pressionado pelos sacerdotes , o povo exigiu que cristo fosse crucificado. Entre a libertação de Barrabás , o ladrão, e Cristo , o justo , o povo, açulado pelos sacerdotes , preferiu a libertação de barrabás.

 

 

       O grande desafio que nós, brasileiros, temos de enfrentar, é acabar com a alienação política, fonte dos maiores males da Humanidade , berço da  injustiça, da fome e da miséria, geradora de todas as  guerras e do descompasso entre o que desejamos e o que fazemos. No momento em que  se abre mão  do seu poder político, o homem  passa  a ser um objeto, perdendo o sentido da sua grandeza. O alienado político é  um escravo no sentido de que transfere para outra pessoa as decisões fundamentais de sua vida. Assemelha-se a  um tutelado ou curatelado , incapaz de defender os seus interesses  vitais e de fazer valer os seus direitos  imprescritíveis. 
       O exercício do poder político é tão  importante para o homem quanto  o direito de  respirar.A sua expressão , numa democracia, não é  apenas o direito de votar e de ser votado,  mas a plena participação na  vida pública. o poder político é  a soma de todos os poderes. todos os seguimentos da sociedade devem organizar-se e defender os seus pleitos e interesses , e apresentar sugestões para a solução  dos problemas gerais. Os partidos políticos  devem ser fortes e bem estruturados, poisn são os sustentáculos da democracia. Uma vezn vitoriosos e no poder, esses partidos deixam de representar os grupos que os elegeram e passam  a  atuar em nome da coletividade ,como um todo. Só  o atendimento aos anseios gerais , aos interesses  e às necessidades coletivas , dá  legitimidade ao governo.
 
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       O primeiro passo para a salvação da humanidade está na desmilitarização do mundo. Depois da invenção da bomba atômica , a manutençao dos exércitos é  um anacronismo. Um anacronismo caro e odioso , pois, destituídos da  finalidade militar, os exércitos passam a realizar tarefas espúrias . Nenhum país pode falar  mais em "defesa nacional" , pois não há mais defesa segura para qualquer nação. Iiniciado o ataque nuclear , o máximo que  o país agredido pode pretender, é que desapareça junto com êle o agressor , o´que é um triste consolo. 
 
 
A   AUTOMOBILIZAÇÃO 


Da mesma forma que qualquer marcha começa pelo primeiro passo, toda mobilização tem início com a automobilização. Por melhores que tenham sido suas condições  de berço  e de educação , cada homen realiza , na vida , 30% do que  poderia realizar. Mas há  homens que se realizam plenamente e alguns vão além do limite  natural dos 100%. È  o caso , por exemplo, de Maomé, que , embora jamais tivesse frequentado uma escola e fosse analfabeto, transformou-se no autor do mais importante  livro da lingua árabe e no grande líder do seu povo.

      Foi só aos quarenta anos de idade que Maomé tomou conhecimento da sua  missão, através de aviso que  lhe foi trazido por um mensageiro celestial depois identificado como o Arcanjo Gabriel. Encontrava-se, então, em retiro espiritual nos desfiladeiros  do Monte  Hira , nos arredores de Meca. Era o mes  de Ramadan. 
      Certa noite, tendo adormecido na caverna, surgiu-lhe o mensageiro, que já o havia visitado antes, trazendo dessa vez um pedaço de tecido com  algumas inscrições.
      - Igrá !  ( Lê ! )  - ordena-lhe  o mensageiro.
      - Não sei  ler ! -  responde Maomé .
     O mensageiro lança-se sobre êle, sobre êle, subjuga-o , envolve seu pescoço com o pano , como  se fosse sufocá-lo e, soltando-o, repete a ordem :
     - Ingrá !
     Não sei ler!  torna a responder.
     O mensagerio novamente o aperta, como se fosse estrangulá-lo.
     - Ingrá ! - repete pela terceira vez.
      - Como posso ler ? - geme Maomé , cada vez mais aturdido.
     - Ingrá ! - ordena  a estranha criatura, ainda mais ameaçadora , mas sentindo que alcançava,enfim , o seu objetivo.
     Maomé leu,  então, por revelação :  
     Lê o nome do Senhor, que criou,
     que criou o homem do nada.
     Lê , o teu  Senhor é  o mais generoso. 
     È aquele que instruiu o homem com  a pena,
     que   ensinou o homem  aquilo que êle não sabia !

     Ao ler  essa palavra, Maomé  sentiu-se  como que iluminado por uma luz  celestial .
     Percebeu que  havia sido escolhido por Deus para uma alta e nobre missão : a de guiar o seu povo no caminho da salvação. De repente , o emissário desapareceu, êle acordou, abriu o olhos e sentiu que o mundo em que despertava era diferente daquele em que havia adormecido. 
     Isso  aconteceu no ano 610  da era cristã.
     Por motivo alheio á  sua vontade Caaba , eram adorados 365 deuses. Maomé  substituiu  esses numerosos deuses por um só :  quem  ama um único Deus é mais forte do que quem ama vários.

     Esse exemplo de automobilização talvez seja o mais extraordinário da história humana e, para explicá-lo o próprio  Maomé apelava para a intervenção divina : o que êle ditava aos escribas lhe era sussurrado ao ouvido por uma voz mais alta.
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É HORA  DE DESMASCARAR MAOMÉ - O PERIGO ISLÃMICO - AUTOMOBILIZAÇÃO

Geert Wilders, quarta-feira, 31/03/2011

Para saber por que o Islam é um perigo mortal, deve-se considerar não só o Corão, mas também o caráter de Maomé, que concebeu o Corão e o Islam em sua totalidade.

O Corão não é só um livro. Os muçulmanos acreditam que o próprio Alá o escreveu e que ele foi ditado a Maomé na versão original, o Umm al-Kitab, que fica sobre uma mesa no Céu. Consequentemente, não se pode discutir seu conteúdo. Quem ousaria discordar do que o próprio Alá escreveu? Isto explica muito do comportamento maometano, da violência da jihad ao ódio e à perseguição aos judeus, cristãos e outros não-muçulmanos e apóstatas. O que nós no Ocidente consideramos anormal é perfeitamente normal para o Islam.

Um segundo problema insuperável para o Islam é Maomé. Ele não é qualquer um. Ele é al-insan al-kamil, o homem perfeito. Para se tornar muçulmano, deve-se pronunciar a Shahada (o credo muçulmano). Ao prounciar a Shahada, a pessoa testifica que não há deus que mereça ser adorado, exceto Alá, e testifica que Maomé é seu servo e mensageiro.

O Corão e, portanto, Alá, estabelecem que a vida de Maomé deve ser imitada. As consequências disto são horrendas e podem ser testemunhadas em uma base diária.

Muito se analisou a sanidade mental de Maomé. Apesar de todas as pesquisas disponíveis, elas raramente são mencionadas ou debatidas. É tabu discutir a verdadeira natureza do homem que um bilhão e meio de muçulmanos ao redor do mundo consideram um profeta sagrado e um exemplo a ser seguido. Este tabu deve ser quebrado no Ocidente e aqui nos Países Baixos.

Ali Sina é um ex-muçulmano iraniano que fundou a organização de apóstatas do Islam Faith Freedom International. Em seu último livro, ele sustenta que Maomé é um narcisista, um pedófilo, um assassino em massa, um terrorista, um misógino, um parasita, um líder de culto, um louco, um estuprador, um torturador, um assassino e um saqueador. Sina ofereceu 50 000 dólares para quem puder provar o contrário. Ninguém ainda reclamou a recompensa. E não é de se admirar, já que a descrição se baseia nos próprios textos islâmicos, como os hadiths, as descrições da vida de Maomé a partir do testemunho de seus contemporâneos.

O Maomé histórico foi o líder selvagem de uma gangue de assaltantes de Medina. Sem escrúpulos, eles saquearam, estupraram e assassinaram. As fontes descrevem as orgias de selvageria em que as gargantas de centenas de pessoas foram cortadas, mãos e pés foram amputados, olhos foram arrancados, tribos inteiras massacradas. Um exemplo é a extinção da tribo judia de Banu Qurayza, em Medina, em 627. Um dos que arrancou suas cabeças foi Maomé. As mulheres e crianças foram vendidas como escravas. Ao nos depararmos com a loucura dos terroristas islâmicos de hoje, não é difícil descobrir de onde esta loucura vem.

Em Viena, a ativista de direitos das mulheres Elisabeth Sabaditsch-Wolff foi recentemente condenada a pagar uma multa por insultar uma religião, ao chamar Maomé de pedófilo. Entretanto, isto é verdade. Vários hadiths contêm testemunhos da esposa favorita de Maomé, a esposa-criança Aisha. Aisha literalmente diz: "O profeta me desposou quando eu tinha seis anos de idade e teve relação comigo quando eu tinha nove."

De acordo com o historiador Teófanes (752-817), Maomé era epilético. Crises de epilepsia às vezes são acompanhadas por alucinações, transpiração na testa e espuma na boca, os mesmos sintomas que Maomé apresentava durante suas visões.

Em seu livro "The Other Muhammad" [O outro Maomé] (1992), o psicólogo flamengo dr. Herman Somers conclui que, na casa dos quarenta anos, o "profeta" começou a sofrer de acromelagia, uma doença causada por um tumor na glândula pturitária, um pequeno órgão situado logo abaixo do cérebro. Quando o tumor na glândula pturitária causa pressão demais no cérebro, a pessoa começa a ver e ouvir coisas que não estão lá. Eis o diagnóstico psico-patológico da doença de Maomé, segundo Somers: distúrbio alucinatório orgânico com características paranóicas.

O historiador médico Armin Geus fala de uma esquizofrenia alucinatória paranóica. Uma análise similar pode ser encontrada no livro "The Medical Case of Muhammad" [O caso clínico de Maomé], do dr. Dede Korkut.

Em seu livro "Psychology of Mohammed: Inside the Brain of a Prophet" [A psicologia de Maomé: Por dentro do cérebro de um profeta], o Dr. Masud Ansari chama Maomé de "a encarnação perfeita de um psicopata no poder." Maomé tinha uma personalidade paranóica fora de controle, com um complexo de inferioridade e tendências megalomaníacas. Na casa dos quarenta anos, ele começa a ter visões que o levam a acreditar que ele tem uma missão cósmica e que ninguém vai detê-lo.

A verdade nem sempre é agradável ou politicamente correta. Com base nas pesquisas acima mencionadas, pode-se sustentar que o credo islâmico obriga um bilhão e meio de pessoas ao redor do mundo, incluindo o milhão vivendo nos Países-Baixos, a tomarem Maomé como seu exemplo. Não há retorno depois que uma pessoa se torna muçulmana, pois embora o artigo 18 da Declaração Universal dos Direitos Humanos afirme que toda pessoa tem o direito a "mudar sua religião ou crença", no Islam há a pena de morte por deixar a fé.

Quem quer que expresse críticas ao Islam e a Maomé está em grave perigo pessoal -- como é o meu caso. E quem quer que tente escapar da influência do Islam e de Maomé corre risco de vida. Não podemos continuar a aceitar este estado de coisas. Um debate público sobre a verdadeira natureza e o caráter de Maomé podem resultar na conscientização e no apoio aos muçulmanos do mundo inteiro que desejam deixar o Islam.

Os apóstatas são heróis e mais do que nunca eles merecem o apoio dos que amam a liberdade em todo o mundo. Os partidos políticos não devem interferir neste assunto. É hora de nós ajudarmos estas pessoas, expondo Maomé.

Geert Wilders é deputado nos Países-Baixos. Ele é presidente do Partido da Liberdade (PVV)

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Mobilização

O QUE É A MOBILIZAÇÃO 
:: Instrumento cívico de conscientização de massas, direcionado para objetivos programáticos.
:: Mobilizar é trazer mais um irmão brasileiro para integrar a força que irá se espalhar por todos os Bairros, Vilas, Municípios e Estados, pressionando os poderes a acatarem as decisões e reivindicações populares.
:: É fiscalizar, denunciar os corruptos e exigir de governantes e funcionáros públicos, o respeito ao povo e o fiel cumprimento de suas obrigações, sem esperar dos cidadãos qualquer tipo de recompensa ou vantagem pessoal.

COMO MOBILIZAR
:: Em primeiro lugar, é preciso se integrar aos princípios filosóficos, programáticos, humanistas, patrióticos e fraternais com seus semelhantes.
:: O Mobilizador deve se interessar por todos os problemas que afligem a sociedade brasileira, ainda que aparentem ser apenas de âmbito local.
:: O Município é a célula mater da Nação. O Brasil é constituído de mais de 5.000 municípios. O conjunto de micros problemas forma um macro problema.
:: O imobilismo da população em relação aos problemas de seu município, leva ao agravamento da questão e a sua extrapolação, passando a afetar outros municípios circunvizinhos.
:: O imobilismo em relação aos problemas regionais, tende a afetar a situação de vida em outros Estados, levando um grande número de pessoas a viver em condições sub-humanas.
:: O imobilismo em relação aos problemas nacionais, desorganiza a sociedade e gera o caos social.
:: O Mobilizador deve aproveitar todas as oportunidades que tiver, sem se importar com o número de pessoas (uma ou cem), para transmitir a mensagem política 
:: O Mobilizador deve ser paciente com o seu interlocutor, otimista, transmitir confiança e certeza de que tudo depende da MOBILIZAÇÃO DO POVO.
:: Enquanto as pessoas estiverem isoladas, cada qual tentando resolver seus problemas individuais, alienadas em relação a sociedade na qual vivem, estarão neutralizadas e enfraquecidas, permitindo que as elites que se alimentam desse caos, permaneçam no poder.
:: MOBILIZADOR; lembre-se que somente a união produz a força que gera a felicidade e a sua segurança.

QUEM NÃO SE PROGRAMA É PROGRAMADO
CONSCIENTIZE-SE E MOBILIZE-SE
AJUDE A CONSCIENTIZAR E MOBILIZAR

 
 ENSAIOS DE ROBERT G. INGERSOLL     SOBRE A BÍBLIA SAGRADA 

Robert Green Ingersoll (1894) 

Tradução: Afonso M. C. Amorim 

Fonte: 
infidels.org/library/historical/robert_ingersoll/about_the_holy_bible.html

 

Alguém tinha de dizer a verdade sobre a Bíblia. Os padres não ousariam, porque seriam expulsos de seus púlpitos. Professores nas escolas não ousariam porque assim, perderiam seus salários. Políticos não ousariam. Eles seriam derrotados. Editores não ousariam. Perderiam seus leitores. Comerciantes não ousariam. Perderiam seus clientes. Homens da alta sociedade não ousariam. Perderiam prestígio. Nem balconistas ousariam. Eles seriam dispensados. 

Então, decidi eu mesmo fazer isto. 

Há milhões de pessoas que acreditam que a Bíblia é a palavra inspirada de Deus -- milhões que crêem que este livro é um cajado e uma guia, conselheiro e consolador, que ele preenche o presente com paz e o futuro com esperança -- milhões crêem que ele é a fonte da lei, da justiça e piedade, e que através de seus sábios e benignos ensinamentos o mundo conquistou sua liberdade, riqueza e civilidade -- milhões que imaginam que este livro é uma revelação da sabedoria e amor de Deus na mente e coração do homem -- milhões que têm neste livro como uma tocha que conquista a escuridão da morte e que 
derrama seu brilho numa outra vida -- uma vida sem lágrimas. 

Eles esquecem sua ignorância e selvageria, seu ódio à liberdade, sua perseguição religiosa; eles lembram do céu mas esquecem as masmorras do sofrimento eterno. Eles esquecem que este livro aprisiona a mente e corrompe o coração. Esquecem que ele é inimigo da liberdade de pensamento. Liberdade é minha religião. Liberdade de mãos e mente -- de pensamento e trabalho. Liberdade é uma palavra odiada pelos reis. Abominada pelos papas. É uma palavra que abala coroas e altares. É uma palavra que já deixou coroados sem súditos, e as mãos estendidas da superstição sem esmolas. Liberdade é o fruto da justiça. O perfume da piedade. Liberdade é semente e solo, o ar e a luz. O orvalho e a chuva do progresso, amor e alegria. 

I - A ORIGEM DA BÍBLIA 

Algumas famílias de viajantes -- pobres, esfarrapados, sem educação, arte ou poder; descendentes daqueles que foram escravizados por centenas de anos; ignorantes como os habitantes da África Central e recém-fugidos dos seus senhores no deserto de Sinai. Seu comandante era Moisés, um homem que havia sido educado pela família do faraó que havia aprendido a mitologia e as leis do Egito. Com o propósito de controlar seus seguidores ele fingiu que fora instruído e assistido por Jeová, o deus dos fugitivos. Tudo o que acontecia era atribuído à interferência do seu Deus. Moisés dizia que encontrara esse Deus cara a cara; que no topo do Monte Sinai ele recebera as tábuas de pedra nas quais, pelos dedos de Deus, os dez mandamentos haviam sido escritos, e que Jeová havia dito quais os sacrifícios e cerimônias que o agradavam e quais as leis que deveriam governar esse povo. 

Deste modo a religião judaica e o código de leis foram estabelecidos. 

Não foi dito que esta religião e esse código de leis se estenderiam a toda a humanidade. 

Naquela época esses andarilhos não tinham qualquer relacionamento com outros povos. Não havia linguagem escrita, eles não sabiam ler ou escrever. Não havia meios de trazer essas mensagens a outros povos, de modo que elas ficaram enterradas no linguajar dessas tribos ignorantes, miseráveis e desconhecidas por mais de dois mil anos. 

Muitos séculos depois de Moisés, o líder, estar morto, muitos séculos depois que todos os seus seguidores já não mais existissem, o Pentateuco foi escrito, o trabalho de muitos escribas, e para dar força e autoridade, disseram que Moisés fora o autor. 

Sabemos hoje que o Pentateuco não foi escrito por Moisés. 

Cidades são mencionadas que não existiam na época em que Moisés viveu. 

Dinheiro, cunhado séculos após sua morte, é citado. 

Então, muitas regras não se aplicavam a viajantes do deserto -- leis sobre agricultura, sobre o sacrifício de bois, ovelhas e bezerro, sobre tecelagem de roupas, sobre colheitas, sobre o preparo de sementes, sobre casas e templos, sobre cidades e refúgios, e sobre muitos outros assuntos que nada diziam respeito a migrantes famintos do deserto e das pedras. 

Hoje admitem os Teólogos inteligentes e honestos que Moisés não foi o autor do Pentateuco, mas todos admitem que ninguém sabe quem eram os autores, quem escreveu qual daqueles livros, este ou aquele capítulo e linha. Sabemos que os livros não foram sequer escritos numa mesma geração. Que não foram escritos por uma só pessoa. Que está repleto de erros e contradições. Sabe-se que Josué não escreveu o livro que leva seu nome porque trata de eventos que ocorreram muito tempo após sua morte. 

Ninguém conhece ou finge conhecer o autor dos julgamentos; o que sabemos é que foi escrito séculos após os julgamentos deixarem de existir. Ninguém conhece o autor de Ruth, nem o primeiro e segundo de Samuel; o que sabemos é que Samuel não escreveu os livros que levam seu nome. No 28º capítulo do primeiro Samuel é citada a criação de Samuel pela bruxa de Endora. 

Ninguém sabe quem foi o autor do primeiro e segundo livro dos reis ou o primeiro e segundo livro das Crônicas; tudo o que sabemos é que esses livros são de nenhum valor. 

Sabemos que os Salmos não foram escritos por David. Nos Salmos a escravidão é citada, e isto não aconteceu até quinhentos anos após David ter ido dormir com seus pais. 

Sabemos que Salomão não escreveu os livros dos Provérbios ou as Canções; que Isaías não foi o autor do livro que leva seu nome; que ninguém sabe o autor de Eclesiastes, Jó, Ester, ou qualquer outro livro do Velho Testamento, com exceção de Ezra. 

Sabemos que Deus não é mencionado ou de qualquer outra maneira citado no livro de Ester. Sabemos também que o livro é cruel, absurdo e impossível. 

Deus não é mencionado no salmo de Salomão, o melhor livro do Velho Testamento. 

E sabemos que Eclesiastes foi escrito por um não-crente. 

Sabemos que os judeus não decidiram qual dos livros eram inspirados -- autênticos -- até o segundo século depois de Cristo. 

Sabemos que a idéia da inspiração teve um crescimento gradual, e que a inspiração havia sido determinada por aqueles que tinham certos fins a atingir. 

 

Para continuar a leitura visite o site http://www.mphp.org/racionalismo/sobre-a-biblia-sagrada---robert-g.-ingersoll.html


O filósofo e escritor suíço Alain de Botton propôs a construção de um prédio de mais de 45 metros de altura que serviria como uma espécie de templo para ateus. O templo seria construído no coração ...