17 - FACULDADE BUROCRATA JOĆO MILTON HENRIQUE

 

"Propomos  a  fundação  da "FACULDADE DE DIREITO BUROCRATA JOÃO MILTON HENRIQUE"  que terá dois objetivos: o ensino do Direito sem a obrigatoriedade a frequencia a aulas  e tambem a mobilização contra os  "funcionários inimigos-públicos" descritos no ítem 4.  

Fui colega , com o cargo de Escriturário  desse repugnante burocrata proprietário de diploma de bacharel em Direito e proprietário de licença legal para falar sobre matérias de Direito em frente a 01 ou 10 ou mais pessoas e com esse ato  receber pagamento na U.F.M.G. por ter "dado aula". Fui colega dele durante alguns  dias na Procuradoria da Prefeitura de Belo Horizonte e para não ver mais a  "cara" desse asqueiroso indivíduo pedi demissão do cargo e fui trabalhar no Governo Federal como Agente Administrativo". O nome dessa Faculdade não é homenagem a esse nojento ser humano , e sim uma referencia  à sua biografia profissional e acadêmica.

Durante a faculdade, João Milton  Para ajudar nas despesas, aproveitou a habilidade que tinha com as máquinas de escrever. Digitava rapidamente as aulas ministradas e vendia as cópias para os colegas de sala, com a devida autorização dos professores. Seus colegas não precisavam frequentar as aulas. Acredito que ele está no inferno sofrendo dentro de um caldeirão de óleo fervente preto misturado com fedorentas  bostas e urinas humanas, em companhia  de Wilson Chaves e Adauto Junqueira Rebouças e somente a fundação dessa Faculdade irá salvar  a  alma  dele das garras de  Satanaz , o  Diabo. Lucia Massara atual diretora da Faculdade Milton Campos poderá brevemente fazer  companhia a eles.

Estamos empenhados também em criar a Faculdade de Administração à Distancia  denominada " Burocrata Rico Wilson Chaves"  e esse nome não será uma homenagem a esse repugnante ser humano e sim uma referencia a sua vida pessoal  e  ao seu  comportamento como vice-diretor do Colégio Imaco.  Esse nojento burocrata rico  não deixou que nenhum dos seus filhos estudasse em escola ou faculdade pública, nem mesmo que usufruísse de bolsas de estudo nas particulares, argumentando que o benefício deveria ser utilizado por alguém sem condições financeiras isto é , julgava ser uma  imoralidade  pais com condições financeiras elevadas fizessem isso.  Ele cumpria jornada de trabalho de uns 30 minutos  ás terças e quintas  ou segundas, quartas e sextas. Ele fazia tabela com o professor Sadi da Silva também vice-diretor. Esse "Burocrata Rico" , na condição de Deputado Estadual foi um dos responsáveis pela derrubada da "ditadura  presidencialista capitalista civil criminosa" eleita pelo voto popular e implantação da "ditadura presidencialista capitalista militar terrorista criminosa" em 1964 que durou até 1985. Certa noite conversei com esse "burocrata rico" nascido em Mariana e reclamei sem resultado que o emprestimo de livros ao Público , passou da tarde para a noite com a chegada do estudante Nabil Halabi e do Tesoureiro apostilado "doutor Sérgio"(proprietário de diploma de bacharel em Direito). O Presidente a OAB-MG ( Ordem dos Advogados do Brasil ) Luis Cláudio Chaves escreveu na internet: "Os títulos, cargos e funções são efêmeros. O que fica é o exemplo. "Meu saudoso pai Wilson Chaves, sempre minha inspiração, é prova disso".

Estamos empenhados também em criar o "Instituto Burocrata  Caridoso Adauto Junqueira Rebouças" para fazer mobilização política contra os denominados "funcionários inimigos públicos" descrito no ítem 4 e Mobilização Pelo "Jus Postulandi" (Justiça sem Advogado) para todas as áreas do direito. O nome desse Instituto é um referencia ao comportamento desse nojento individuo que usava óculos de miopia de 4 graus , detentor de cargo de faxineiro , usuário de terno sem gravata e que  gostava de sair à noite para levar pratos de sopa para moradores de rua. Passava longas noites em "Vigilia de Adoração Perpétua do "Santissimo" da Igreja dos solteirões sem filhos Papa, Bispos e Padres (igreja Católica). Com a frequencia a aulas presenciais e frequencia a Igreja ele não aprendeu que é desonesto  ou anti-juridico ou anti-ético que qualquer funcionário não cumprir horário determinado por Lei ou fazer tarefa estranhas na repartição pública , por exemplo, ocupar (sem exercer) cargo de chefe de seção de documentação e corrigir provas de faculdade de Direito ou ficar na frente de livro da biografia de "santo agostinho" durante 60 minutos por dia. "O chefe da Biblioteca "doutor Antonio Liberio Neves" trabalhava para editoras fazendo correção ortográfica de Livros". O baixinho de óculos de lentes grossas Adauto aposentou-se com salário de Chefe de seção de documentação.  Ele "dava aula" de religião também, certamente remunerado. Ele provavelmente deixou 2 ou mais filhos com olhos defeituosos no mundo. Era casado com funcionária pública e era cunhado do nojento João Milton Henrique. Andava sempre carregando livros de direito para aparentar ser estudioso do Direto porem não andava com o  "conteudo " desses livros.

O amigo dele o sr. Jorge Lasmar escreveu : "........O seu “negócio” era outro.
Ele procurava Deus, procurava falar com ELE; acabou encontrando-O nas longas noites de vigília na Adoração Perpétua, na Igreja da Boa Viagem... e foi sempre a Sua companhia.
Não era difícil encontrar o Adauto nas madrugadas frias e ruas desertas, levando a mendigos e pobres, um cobertor ou um prato de sopa bem quentes..."

 

Planejo ir qualquer dia   conversar com a solteirona Lucia Massara ,Diretora da Faculdade de Direito Milton Campos para alertar a ela sobre o perigo que corre de ir para o Inferno e avisar que para evitar essa desgraça deverá me dar autorização para  fundar uma Agencia de Recursos Humanos que será denominada de Agencia de Recursos Humanos Burocrata Solteirona Lúcia Massara que terá como objetivo  conseguir emprego para pessoas desempregados e sub-empregados que tenham as seguintes características: sexo masculino , saude e físico e olhos perfeitos, casada  com pessoa com essas caracteristicas que não seja funcionária pública, com filhos menores de 21 anos , um dos cônjuges deverá ser nascido em Belo Horizonte. Lúcia Massara foi Diretora do Departamento de Patrimonio da PBH e ao mesmo tempo Professora de Direito Civil na Faculdade de Direito da UFMG ("dava" aula sem atuar como advogada na área) e nasceu fora de Belo Horizonte.No Departamento havia vários homens jovens  á-toa sendo que um homem de uns 50 anos chamado sr. Nogueira talves fosse um "chefe". Duas ou mais casas ao lado do Cemitério do Bomfim eram ocupadas por funcionários que não não trabalhavam mais no Cemiterio pois foram transferidos para outras Secretarias  por exemplo , Dario que foi assassinado por locatário de parte da casa e Antonio Sales Filho ,que "trabalhava"alguns minutos por dia durante uns 3 dias por  semana no Colégio Imaco. 

  

O burocratas proprietários  de diploma de bacharel em direito e proprietários de Licença para falar (dar aula) sobre mátérias de Direito na frente de estudantes  ,fundadores da Faculdade de Direito Milton Campos, João Milton , Adauto Junqueira , Lucia Massara e Wilson Chaves , não aprenderam com a frequencia a aulas presenciais que:

1 - O principal personagem dentro de uma escola pública, onde funciona também uma biblioteca pública é o Público e não os funcionários . O principal personagem dentro de uma repartição pública (por exemplo Procuradoria ou Colegio Imaco é o público (povo ou contribuinte). Não pode existir "repartição funcionarial" nem "escola funcionarial".

2 - Os principais personagens dentro de uma Escola são Professores que tem conhecimento e sabedoria e querem que alunos aprendam mesmo que não frequentem aulas, isto é apenas preferem ler livros e apostilas, e os  estudantes que querem aprender        e não conseguir apenas diploma ou indicação para trabalhar na Administração Pública sem fazer concurso público.   

3 - Biblioteca é local de emprestimo de livros, estudo e pesquisa    em silencio! Não é local de dialogos de estudantes com colegas ou Professoras, nem é lugar de professoras vagabundas sem-vergonhas estacionarem.

4 - Todas as repartições públicas pertencem ao povo pagadores ou não de impostos pois se pertencessem aos funcionários teriam o nome de repartições funcionáriais.

5 - É desonestidade a existencia na Administração Pública de burocratas "dama de companhia" ou "cavalheiro de companhia" ou "ASPONE" (assessor de porra nenhuma) ou "Guardião de donzelas puras"  de "Rezadores Pela Felicidade de funcionarios e estudantes", ou "Assessor Político". "Remendador de livros danificados", ou "Buscador de café  para funcionários" ....Exemplos:

Alda Milagres, baixotinha de 1,50 m e 120 quilos , detentora de cargo de Professora mas que atuava como Auxiliar de Escritória tinha como "dama de companhia" uma Professora que acumulava cargos ilegalmente.

 

Avelino Antonio da Silva Diretor da Seção de Cadastro e depois Diretor da Divisão de Cadastro tinha como "Cavalheiro de Companhia" ou "assessor jurídico" o  "doutor" Teixeira, Nabil Halabi  estudante de Medicina juntamente com Professoras vagabundas tinham como "Assessor Jurídico" o "Doutor" Sérgio  Tesoureiro da Prefeitura apostilado.

A baixotinha Dulcineia , chefe de seção tinha como Aspone a Ana Maria Gonçalves (solteira), o "palhaço" Alaor Ávila , de óculo de lentes grossas ,chefe da Seção de Determinação de Valores SDV tinha como "cavalheiro-de-companhia" Luis Candido Assumpção trabalhador braçal de óculos.  

O baixinho de óculos Célio Caetano Batista , de óculos, Diretor do Departamento de Rendas  e Professor de Estatistica do IMACO tinha como "Cavalheiro de Companhia" o "crioulão" de 1,90    Valdir Lopes e como "assessor jurídico" o baixinho de óculos de lentes grossas Antonio Chiab.

Moises, crioulo-preto era um "buscador de bule de café".

 Antonio Sales Filho, crioulo com vitiligo era "remendador de livros estragados"  e trabalhava alguns minutos duas vezes por semana ,e tinha ólhos defeituosos e não usuario de óculos, casado com funcionária publica e com filhas estudando gratuitamente no Imaco e morador em imóvel de propriedade da Prefeitura ao lado do Cemiterio do Bomfim.

Professoras Vagabundas , estacionadas na Biblioteca Pública do IMACO tinham como "cavalheiro de companhia" o "doutor" Antonio Libério Neves, o qual atuava na vista de todos como revisor ortográfico de editoras de livros.

 

 

 

    Toda escola deveria ter trës ambientes de ensino/aprendizagem :

    a - sala de aula com "quadro negro", para aulas expositivas sem obrigatoriedade de frequência.

    b - biblioteca para empréstimo e consulta de livros, cd, vídeos, etc

    c - sala  para essa forma de ensino/aprendizagem,que é o dialogo com professores ou colegas estudantes..

4 - Biblioteca não é local de "estacionamento" de Professoras vagabundas, desonestas e sem-vergonhas ou que ("não levam jeito para ser Professora") nem de funcionários excluidos de outras seções por suspeita ou acusações de corrupção, ou de funcionarios apostilados com salario de chefes ,proprietários de diploma de bacharel em Direito. Não pode ser local de trabalho de funcionários contratados sem concurso público ou em desvio de função..  Biblioteca não é  "sala  de visitas" de professoras vagabundas ,desonestas e sem vergonhas....Biblioteca de escolas não é  local para funcionario, usuário de terno sem gravata, detentor de cargo de zelador-faxineiro e proprietário de diploma de  bacharel em direito  com  óculos de lentes  grossas de  miopia  estacionar para passar o tempo  e observar e apoiar por omissão  professoras e funcionarios agirem de maneira  anti-ética  e anti-juridica ou anti-democrática ou corrigir provas de faculdade de Direito ou qualquer escola. Por exemplo a sra. baixotinha Alda Milagres , de 1,50 m e 120 kilos dizia que estava desviada de função porque  em sua opinião "não levava jeito" para ser professora.

5 - A Administração Pública ou as Empresas nunca  precisaram ou precisam de funcionários que agem  desonestamente com colegas ou com o público       ( povo ou contribuinte).

6 - Nenhum funcionário que seja auxiliar direto de Advogados (por exemplo o Escriturário Paulo Trindade )pode ter nenhum tipo de prejuizo porque Advogados são defensores do DIREITO .

Exemplo: o mestiço de óculos de miopia Escriturário Paulo Trindade não pode ter remuneração menor que a do "crioulo" José Cosme de Almeida (tambem Escriturário).

Nenhum Escriturário (por exemplo Paulo Trindade) que atende o Público pode ter remuneração menor que a de um Escriturário que não atende o Público (por exemplo o "crioulo" José Cosme de Almeida, porque o principal "Personagem" dentro de uma repartição é o "público"e o mais repugnante "personagem" dentro de uma repartição é um ocupante de cargo de chefia que não impede o comportamento desonesto de funcionários contra colegas ou com o Público ( por exemplo o "palhaço" sem-vergonha chefe da S.D.V Alaor Ávila de óculos de lentes grossas de miopia .

Os "proprietários de diploma de bacharel em Direito" não aprenderam nas aulas presenciais da faculdade que é desonesto, anti-ético , anti-jurídico e anti-democrático  o uso de "linguagem corporal" isto é, mulheres com vestido sem manga e sovacos depilados  que os exibem em diálogo sorrindo ou contraindo dos lábios ou saindo do local do diálogo ou ignorar a existência de alguem querendo dialogar, para expressar "aceitação"  ou "não aceitação" de colega como ser humano ou profissional ) ou então usar palavras ofensiva ( vá para a puta que o pariu, vai á merda , você tem cú sujo). Exemplos: Pedro Ferreira , crioulo-preto que acumulava cargos públicos ilegalmente , contratado sem concurso público. Ailton A. Silveira baixinho de óculos ,funcionario do Bilionario Assis Chateaubriand , o qual segundo li na Internet nunca pagou imposto de espécia nenhuma;  Juarez Távora de Oliveira, funcionário do bilionário Antonio Luciano Pereira proprietário de milhares de lotes vagos sem calçamento nem rede de esgoto.

 Em meu primeiro dia na Prefeitura pedi à chefe da seção de registro Terezinha para ser lotado na Secretaria de Obras porque planejava fazer Curso de Engenharia Civil futuramente ,porem ela me falou sorrindo e exibindo os sovacos depilados que lá não tinha nem mesa para eu ocupar  e que eu iria para a Secretaria da Fazenda`porque lá estavam necessitadíssimos de funcionários.

Na Secretaria da Fazenda fiquei à-toa durante os 3 primeiros meses porque a chefe baixotinha Dulcineia,proprietária de casa na Av. do Contorno, mãe de 2 ou mais filhos e casada com  funcionário (chefe) no Governo Estadual (Roberto) ,que todos os dias  vinha com vestido sem manga e sovacos depilados  ,fechava os sovacos e contraia os lábios quando eu perguntava o que era para eu fazer.

 

 

 DIRETRIZES PARA ENSINO EM FACULDADES  DE DIREITO E EM ESCOLAS DE SEGUNDO E TERCEIRO GRAUS

 1 ) - Termino das "Aulas Expositivas" com a presença de Professor(a) na frente dos alunos

2 )- Inicio de "Aulas Dialogadas" no seguinte formato :

a ) Mesa redonda com 6 cadeiras ao redor, sendo uma para o Professor e as outras para 1 ou 2 ou 3      ou 4 ou 5 alunos

b ) Sempre havera um Professor no horario de 7:00 as 23 horas, de Segunda a Sabado

c ) Não havera obrigatoriedade de presença de alunos a essas "Aulas Dialogadas"

Haverá  salas  para  "aulas  dialogadas"  ou "aprendizados dialogados "  com professores  e ou  colegas  estudantes.

Haverá salas  para  "aulas  expositivas " tradicionais ,  isto é , com Professor  falando  em pé , na  frente  de   alunos sentados .     Somente haverá  "aulas  expositivas"  se  houver  petição  escrita  de 05  ou mais  alunos e  se houver   frequencia.

3 ) Os Professores das "Aulas Dialogadas" de Direito são idöneos, isto é, sómente poderá atuar como Professor, expondo matéria, elaborando ,aplicando ou corrigindo provas  a  pessoa  que  trabalha   com a  matéria  que leciona. Na área do Direito devem ter atuado em no minimo 10 processos de sua area, sozinhos. Exemplo: A Professora de Direito Civil nunca podera ser uma solteirona, chefe de Departamento da Prefeitura que não cumpre horario determinado por Lei.    O Professor de Direito das Falencias e Concordatas nunca podera ser um advogado da Prefeitura que trabalha tambem como Advogado Autönomo no mesmo horario. O Professor de Iniciação do Estudo    de Direito nunca podera ser um senhor baixinho de oculos de lentes grossas de miopia que seja      detentor de cargo de Zelador , mas que trabalha em desvio de função sem cumprir horário.Um senhor ue´seja vice-diretor de um colegio , onde não cumpre horário, não poderá ser  Professor de nenhuma Faculdade de Direito.  Um senhor baixinho, magro, de óculos de lentes , que é Diretor de Departamento da Prefeitura não poderá ser Professor de Estatística de nenhum colégio. etc. etc. etc

4 ) Os Professores que elaboram a prova, os Professores que as Aplicam, e os Professores que corrigem as Provas não tem contato com os Professores das "Aulas Dialogadas" nem com   os Professores das "aulas expositivas nem com alunos.

5 ) A Biblioteca dispora de livros, CD, CD-rom, fitas DVD, apostilas, revistas,para consulta no local e para emprestimo domiciliar. A Biblioteca funcionara de 7:00 as 23:00 horas , de segunda a Sabado. Para quem gosta de "aulas expositivas" devera haver Fitas DVD com aulas expositivas gravadas para audiência na Escola, para empréstimo domiciliar e para cópias.

Na Biblioteca não serão permitidos diálogos com Professores nem com colegas estudantes.

6 )    O  aluno  poderá  participar  de  várias  provas de materias seguenciais  no mesmo semestre.

                  Por exemplo :  o  estudantes poderá  prestar provas  de Direito  Civil  I ,  II, III e IV.

                   Neste caso  se  o estudante  for  reprovado  em Direito Civil  I , as  eventuais  aprovações  em

                   Direito  Civil  II  . III  e  IV  ficarão  invalidadas.  

O motivo dessa MOBILIZAÇÃO é que fui Escriturário da Prefeitura de Belo Horizonte , por Concurso Público, durante oito anos, e minha  carreira  foi infeliz e mau-sucedida devido ao comportamento das dezenas ou centenas de meus colegas que eram apenas portadores de diploma de bachareis em Direito, isto é, não eram verdadeiros Bacharéis em Direito  ou então  que tiveram formação academica defeituosa, sendo aparentemente esqueceram o Juramento que prestaram ao receberem o Diploma. Acredito que        com ësse modëlo de ensino sem aulas presenciais nenhum dëles teriam conseguido o Diploma de Bacharel em Direito.  

É desonesto , anti-ético, anti-juridico e anti-democrático a existência de "prisão pedagógica" em Biblioteca ou  sala de aula.

Exemplo: na Biblioteca Pública do Imaco Professoras sentavam-se  ao lado de adolescentes com livro aberto na frente e com isso passavam o tempo ,ganhando salário, alegando estar "dando aula" .

As próprias Faculdades de Direito atuais são "prisões pedagógicas" isto é, se o aluno não responder "presente" na hora da chamada ele pode ser reprovado por frequencia,  ou por não saber qual a matéria que corresponderá a prova  e mesmo que os "carcereiros pedagógicos" sejam burocratas que tenham comportamento  ilegal e anti-jurídico em suas repartições públicas e  não atuam como Advogados isto é, apenas expoem a matéria.

  

 

 

Professor não pode concorrer com a internet

Cinthia Rodrigues

Clipping Educacional -  iG São Paulo  

Para especialistas, o apresentador de informações vai desaparecer, mas o educador que vai além delas é cada vez mais necessário

Imagine, em um mundo sem internet, o dia em que professores são avisados que dali para frente uma ferramenta de pesquisa permitirá aos seus alunos ler, assistir, ouvir e discutir sobre qualquer assunto. Qual seria a reação dos educadores? Para especialistas, há muito motivo para comemorar: a chance de obter êxito no aprendizado aumenta. Na vida real, a recepção não foi bem assim.

Como o professor deve lidar com a tecnologia?

Deve explorar o acesso e interesse que os alunos têm para sugerir trabalhos fora de aulaDeve introduzir ferramentas tecnológicas dentro da classeDeve ajudar o aluno a encontrar fontes confiáveis e fazer pesquisas na internetTodas as alternativas anteriores.

Deve ignorá-la. As aulas precisam ter o formato preservado.

Incluída ou não na aula, presente ou não na escola, a internet faz parte da rotina dos alunos. Em 2008, quando apenas 23% dos lares estavam conectados segundo o Ibope, o instituto já apontava que 60% dos estudantes tinham acesso à rede de algum modo. Em pesquisa realizada nas escolas estaduais do Rio de Janeiro em 2011, 92% disseram estar online ao menos uma vez ao dia.

“O professor pode escolher como tratar a internet, mas não pode ignorá-la”, diz o pesquisador emérito de Ciências da Educação da Universidade de Paris 8 e visitante na Universidade Federal do Sergipe, Bernard Charlot. Ele vê duas possibilidades para o educador: fazer o que a máquina não sabe ou ser substituído.

“Ninguém pode concorrer com o Google em termos de informação. O professor que ia à frente da sala apresentar um catálogo vai desaparecer em 20 anos e ser substituído por um monitor”, afirma sem titubear, emendando um alento: “Por outro lado, o professor que ensina a pesquisar, organizar, validar, resolver problemas, questionar e entender o sentido do mundo é cada vez mais necessário.”

O pesquisador defende que o aparente problema de falta de entrosamento com a tecnologia na verdade é a lente de aumento que a internet colocou sobre a falta de formação para a docência. “Não é que o professor não sabe ensinar a pesquisar na internet, é que ele não sabe ensinar a pesquisar. Muitas vezes é mais simples ainda: o professor não sabe como ensinar.”

Para ele, a culpa não é do profissional, mas do sistema engessado que além de não formá-lo não o deixa fazer diferente. “Não faz sentido começar um trabalho na internet e, depois de 50 minutos, dizer: a gente continua semana que vem. Assim como cada professor cuidar de uma disciplina, como se os assuntos não fossem relacionados, ou tratar de temas sem mostrar na prática para que servem na sociedade tornam a escola sem sentido.”

A doutora em linguística e especialista no impacto da tecnologia na aprendizagem Betina von Staa também culpa principalmente o sistema de ensino pela falta de aceitação da tecnologia. “Muitos professores não aceitam trabalhos digitados apenas para evitar cópias. A preocupação é maior com o controle de notas do que com as possibilidades de aprendizado”, lamenta.

foto: O DiaPesquisa em escolas públicas do Rio mostrou que 92% acessam internet todos os dias, em casa, na escola e até no celular

Na opinião dela, o aluno precisa de orientação para procurar informações confiáveis e questionar dados encontrados na internet. “Todas as pesquisas apontam que a tecnologia traz benefícios, porém desde que venha com formação dos professores para dar apoio.”

O Colégio Ari de Sá, em Fortaleza, é um exemplo de exceção na introdução da tecnologia na sala de aula. Além de equipamentos - lousas digitais, computadores e até tablets para os alunos que preferirem o equipamento aos livros - a escola tem formação para os professores diariamente e no contexto das aulas. O coordenador de informática educativa, Alex Jacó França, passa em cada sala tirando dúvidas dos professores e dá dicas de como incluir ferramentas online em cada tópico.

"Muitos temas que passariam sem grande interesse aos alunos acabam ganhando vídeos e experimentos que os marcam. Quanto mais o professor conhece, maior a liberdade que dá ao aluno no formato de suas pesquisas e melhor o aprendizado", garante o especialista. Para ele, mesmo nos casos em que as escolas não têm equipamento, o conhecimento do professor para incentivar o uso de tecnologias e a abertura para deixar os alunos irem além dos livros faz a diferença.

Durante fórum sobre tecnologia e educação promovido pela Blackboard no último dia 12, em São Paulo, educadores estrangeiros sustentaram opinião parecida. A diretora de avaliação da Universidad Cooperativa de Colômbia, Maritza Randon Rangel, afirma que a democratização do acesso à rede dá oportunidade para que mesmo escolas rurais e afastadas tenham desempenho equivalente às que estão mais próximas de recursos culturais e financeiros. “Tivemos êxito com isso na Colômbia, mas além das máquinas é preciso uma equipe com objetivos claros.”

“Muitos temas que passariam sem grande interesse aos alunos acabam ganhando vídeos e experimentos que os marcam. Quanto mais o professor conhece, maior liberdade dá ao aluno e melhor o aprendizado",

Já a pedagoga Patrícia Patrício, mestre em Formação de Professores pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e autora do livro “São Deuses os Professores?”, defende que os educadores de sucesso conseguem êxito com ou sem ajuda da escola. “Em geral profissionais que se destacam fazem isso, apesar da escola”, conta.

É o caso de professores premiados em todas as edições das Olímpiadas Brasileiras de Matemática, comoAntonio Cardoso do Amaral, de Cocal dos Alves, no Piauí, e Maria Botelho, de Uberlândia, em Minas Gerais. Ambos não têm formação ou estrutura tecnológica acima da média da rede pública nas escolas, mas incentivam os alunos a usá-la em casa e valorizam dúvidas e exercícios trazidos dentro ou fora do contexto da aula. “Às vezes chego em casa e um aluno me deixou uma dúvida no Facebook, eu adoro, significa que eles estão indo além da aula”, diz Botelho.

fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/

Escola municipal, localizada na Rocinha, teve seu espaço alterado para comportar tecnologia e a lógica de ensino em grupo

25/01/13 // ESCOLA // GOVERNO // RIO DE JANEIRO

POR PATRÍCIA GOMES

O Rio de Janeiro começa, nas próximas semanas, a experimentar um novo tipo de escola. Nada de séries, salas de aula com carteiras enfileiradas e crianças ordenadamente caminhando pelo espaço comum. A aposta para dar a 180 crianças e jovens da Rocinha uma educação mais alinhada com o século 21 é o Gente, acrônimo para Ginásio Experimental de Novas Tecnologias, na escola Municipal André Urani. O espaço, que acaba de ser totalmente reformulado para comportar a nova proposta, perdeu paredes, lousas, mesas individuais e professores tradicionais e ganhou grandes salões, tablets, “famílias”, times e mentores.

Não houve pré-seleção. Os alunos que farão parte dessa nova metodologia já são os matriculados na escola antes da reforma. Mas agora as antigas séries serão extintas e não haverá mais as salas de aula tradicionais, com espaço para 30 e poucos alunos. Em vez disso, os jovens – que estariam entre o 7o e 9o anos – serão agrupados em equipes de seis membros, chamadas de “famílias”, independentemente de sua série de origem. A formação das famílias ocorrerá em parte por afinidade, a partir da escolha dos próprios membros, e em parte a pelo diagnóstico de habilidades ao qual os alunos se submeterão no início do ano letivo.

crédito ekaterina_belova / FotoliaRio de Janeiro inaugura escola sem séries, turma e sala de aula

Essa avaliação, que ocorre assim que eles chegarem ao Gente, pretende fazer um raio-x do estado da aprendizagem de cada um, tanto do ponto de vista do conteúdo tradicional quanto das habilidades não cognitivas, como comunicação, senso crítico, autoria. Cada aluno terá um itinerário de aprendizado pessoal, que funciona como uma espécie de playlist, só que em vez de músicas, estarão os pontos que ele precisa aprender ou desenvolver. Será o jovem o responsável por escolher a forma como o conteúdo lhe será entregue – videoaulas, leituras, atividades individuais ou em grupo. Todas as semanas os alunos serão avaliados na Máquina de Testes, um programa inteligente que propõe questões de diferentes níveis de dificuldade, para garantir a evolução no conteúdo. Quando ele não chegar ao resultado esperado, o jovem receberá uma atenção individualizada.

Tal atenção é de responsabilidade do mentor da família, o professor. Cada mentor será responsável por três famílias, que reunidas serão chamadas de equipe. “O mentor deve dar uma educação mais ampla, preocupada não só com os conteúdos tradicionais, mas com higiene, com aspectos socioemocionais do aluno, com a motivação dele”, diz Rafael Parente, subsecretário de novas tecnologias educacionais da Secretaria Municipal de Educação do Rio, explicando a mudança no papel do professor naquele contexto. Em vez de dar aula de português ou matemática, o mentor vai ajudar o aluno a encontrar a informação de que precisa para entender o conteúdo, mesmo que o assunto não seja o da sua formação.

crédito DivulgaçãoIlustrações de como será o Gente, na Rocinha

Assim, explica Parente, se um professor de língua portuguesa precisar explicar um assunto mais específico de matemática, ele deve pedir ajuda para membros da família, se sentar com o aluno para assistir à videoaula da Educopedia com ele, tentar aprender junto. “O professor não vai ser mais aquele que transmite o conhecimento. Ele vai ser especialista na arte de aprender”, diz o subsecretário. O grupo de mentores que fará parte do Gente foi treinado para essa nova forma de lecionar.

Todos os dias, ao chegarem à escola, os alunos passarão por um momento de acolhida, em que compartilharão com seus pares experiências e expectativas para o dia. A jornada na escola é integral. Neste tempo, com o auxílio de seu itinerário e a liderança do tutor, cada um deverá decidir o que e em que ordem estudar e poderá, à livre escolha, se juntar a grupos de estudo de língua estrangeira, robótica, esportes, artes, desenvolvimento de blogs. É nesse momento que uma pergunta inevitável aparece: mas se o aluno não quiser fazer nada, ele não vai fazer nada, certo? Mais ou menos. Os mentores, explica Parente, estarão sempre por perto para motivar os alunos a avançarem, as avaliações mostrarão quem está ficando para trás e os integrantes da família – o tal grupo de seis – também deve incentivar uns aos outros. “Quando o aluno é protagonista do próprio aprendizado, faz suas escolhas, ele se envolve mais, se empolga mais com a escola.”

A tecnologia é outro fator importante na forma como o projeto foi organizado. Para que os alunos possam escolher entre ambiente virtual ou presencial, era preciso que todos os alunos tivessem acesso a equipamentos e internet. Por isso, cada aluno terá o seu tablet ou netbook e, quando for pedagigocamente justificável, vai poder levá-lo para casa. Todas as dependências do André Urani terão internet sem fio de alta velocidade.

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